quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Quase 2 dois meses de reforço policial em Parnaíba e a violência SÓ AUMENTOU

 

É óbvio que a diminuição da violência nada tem a ver com o número de soldados ou viaturas na rua. Mas eles tentam nos enganar - e se enganar - que o problema pode ser resolvido com desfile de carros e sirene ligadas. E a gente entra nessa dança, nessa história de que mais polícia resolve o problema. Não resolve, e a prova está aí.

Nesta noite de quarta (10) diversos disparos aconteceram mais uma vez no bairro onde populares sofrem com a guerra entre facções, o Pindorama. Um grupo chegou até a porta de uma residência, na rua São Jorge naquele bairro e tentaram executar um outro elemento.

 

No dia anterior, na terça (09) a rodoviária de Parnaíba recebeu um arrastão, onde usuários aguardavam ônibus no guichê e foram surpreendidos com homens em uma moto que levaram celulares e bolsas da vítimas.

 

É uma série de acontecimentos que além de assustar a população, sempre se faz questionarem; afinal, onde está a polícia? Essas perguntas são feitas nas esquinas, nas filas de bancos ou padaria.

 

Gabinete de segurança pública em Parnaíba em setembro.

No mês de setembro o governo do estado anunciou a criação desse gabinete de atuação integrada entre as polícias. Naquela sexta (24) daquele mês o reforço policial chegou a cidade, 15 viaturas desfilaram pelas avenidas anunciando o plano de desarticulação das facções no litoral. De lá pra cá o que se viu foram prisões aqui e ali dos chamados peixes pequenos portando pistolas e trouxinhas de maconha.

 

A população aguarda, descrente, uma ação mais energética pra desbaratinar e desmontar os chefões que se instalaram no litoral.   
 

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