segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Os gastos sem transparência de Wellington Dias durante a pandemia

 

De acordo com Vinícius Reis, pesquisador da Transparência Nacional Brasil, garantir a transparência das contratações e outras medidas emergenciais é um caminho para assegurar que recursos destinados ao combate da Covid-19 sejam corretamente utilizados e possam ser devidamente fiscalizados.

O Piauí está entre os quatro últimos estados do país com os piores índices de divulgação de informações sobre investimento de recursos durante a pandemia da Covid-19, segundo a ONG Transparência Internacional Brasil. A iniciativa faz uma análise da disponibilização de informações essenciais sobre gastos nas páginas oficiais dos governos e classifica em um ranking com uma pontuação que vai de 0 até 100.  

 

Segundo o Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE), o Piauí recebeu R$600 milhões para o combate à pandemia e 70% desse valor, aproximadamente R$420 milhões, foram gastos na compra de Equipamento de proteção individual (EPIs), medicamentos e testes rápidos, além da contratação de profissionais da saúde.

Conforme Luiz Batista, auditor de controle externo do TCE, muitos portais da transparência ainda tem muita a evoluir, pois se encontram desatualizados e sem informações referentes ao ano de 2020.

“Uma avaliação não só do governo do estado e da prefeitura da capital, mas sim de todos os 225 Portais de Transparência dos poderes executivo estadual e municipais do Piauí”, informou.

 

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